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Wimbledon 2026: como assistir, programação completa e favoritos do Grand Slam de grama

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Wimbledon 2026 é a 139ª edição do mais antigo torneio de tênis do mundo, disputado de 29 de junho a 12 de julho no All England Lawn Tennis and Croquet Club, em Londres. A edição deste ano chega com uma premiação recorde de £55 milhões, a estreia da tecnologia de Video Review e um cenário inédito no masculino: Carlos Alcaraz, finalista em 2025 e bicampeão em 2023 e 2024, está fora por lesão no punho. Este guia reúne tudo o que o fã brasileiro precisa para acompanhar o torneio — transmissão, programação, premiação, favoritos, regulamento atualizado e a participação dos brasileiros João Fonseca e Beatriz Haddad Maia.

O essencial sobre Wimbledon 2026

  • Datas: de segunda-feira, 29 de junho, a domingo, 12 de julho de 2026.
  • Transmissão no Brasil: Disney+ (plano Premium com canais ESPN), com cobertura ao vivo a partir das 7h (horário de Brasília).
  • Premiação: £55 milhões no total — recorde do tênis mundial e 15% acima de 2025. Campeões de simples levam £3,5 milhões cada.
  • Defensores do título: Jannik Sinner (campeão masculino inédito em 2025, ATP nº 1) e Iga Świątek (campeã feminina com uma final 6-0, 6-0 sobre Amanda Anisimova).
  • Baixa de peso: Carlos Alcaraz está fora de Wimbledon 2026 com inflamação na bainha tendínea do punho direito.
  • Brasileiros confirmados: João Fonseca (ATP nº 30, 19 anos) e Beatriz Haddad Maia (ex-top 10, em recuperação no ranking).
  • Novidade técnica: Video Review para revisão de decisões do árbitro de cadeira (“not-up”, “foul shot”, “touch”), com seis quadras equipadas.

Quando é Wimbledon 2026: datas, sede e formato

Wimbledon 2026 começa na segunda-feira, 29 de junho, e termina no domingo, 12 de julho, totalizando 15 dias de competição. O torneio é disputado no complexo do All England Lawn Tennis and Croquet Club, em Wimbledon (sudoeste de Londres), em grama natural — a única superfície de Grand Slam que permaneceu em uso após a virada do milênio.

Como nos demais Grand Slams, o torneio é dividido em cinco modalidades principais: simples masculino, simples feminino, duplas masculinas, duplas femininas e duplas mistas. Há ainda chaves juvenis, de cadeira de rodas e quad. A chave principal de simples é composta por 128 jogadores em cada gênero, com os 32 melhores ranqueados sendo cabeças de chave.

A partida final do simples feminino ocorre no sábado, 11 de julho, e a do simples masculino no domingo, 12 de julho, ambas na Quadra Central. O torneio retomou em 2022 a chamada Middle Sunday — o domingo do meio do torneio, que historicamente era dia de descanso. Desde então, a programação cobre todos os dias, sem pausa.

Rounds e datas-chave de Wimbledon 2026

FaseDataObservação
Primeira rodada29 e 30 de junho128 → 64 jogadores
Segunda rodada1 e 2 de julho64 → 32
Terceira rodada3 e 4 de julho32 → 16
Oitavas de final (R16)5 e 6 de julhoInclui a Middle Sunday
Quartas de final7 e 8 de julhoEm quadras principais
Semifinais femininas9 de julho 
Semifinais masculinas10 de julho 
Final feminina11 de julhoQuadra Central
Final masculina12 de julhoQuadra Central

A ordem de jogo de cada dia é divulgada pelo All England Club apenas na véspera, e está sujeita a alterações por chuva ou exigência operacional.


Onde assistir Wimbledon 2026 no Brasil

No Brasil, Wimbledon 2026 será transmitido com exclusividade pelo Disney+, dentro do plano Premium que inclui os canais ESPN. A cobertura é integral: imagens de todas as quadras simultaneamente, narração em português nos jogos principais e estatísticas oficiais em tempo real.

A transmissão diária começa por volta das 7h (horário de Brasília), acompanhando o fuso londrino — Wimbledon tem início programado para 11h locais (manhã do Reino Unido), o que coincide com o início da manhã no horário brasileiro. As finais costumam ser jogadas no horário das 14h locais, ou seja, 10h em Brasília — janela ideal para o público doméstico no fim de semana.

Custo da assinatura

O plano Premium do Disney+ no Brasil, que inclui os canais ESPN responsáveis pela transmissão, custa R$ 66,90 ao mês ou R$ 561,90 anuais. O plano Standard, sem os esportes da ESPN, não dá acesso ao torneio.

💡 Dica: para acompanhar várias quadras simultaneamente (o chamado “multiview”), o Disney+ oferece o recurso de tela dividida durante o torneio, útil especialmente nas primeiras rodadas, quando há até 16 partidas em andamento ao mesmo tempo.

Para quem viaja para o Reino Unido ou Europa nas datas, o torneio é exibido pela BBC (gratuito por sinal aberto britânico) e pela Eurosport / Discovery+ no restante do continente.


Programação completa: dia a dia do torneio

Wimbledon 2026 segue o padrão dos Grand Slams modernos: 14 dias de jogos com programação intensa nas primeiras rodadas e mais concentrada na fase final.

DiaDataProgramação
Dia 1 (segunda)29 de junhoPrimeira rodada — simples masculino e feminino
Dia 2 (terça)30 de junhoPrimeira rodada — continuação
Dia 3 (quarta)1 de julhoSegunda rodada
Dia 4 (quinta)2 de julhoSegunda rodada — continuação
Dia 5 (sexta)3 de julhoTerceira rodada
Dia 6 (sábado)4 de julhoTerceira rodada — continuação
Dia 7 (domingo)5 de julhoOitavas de final (Middle Sunday)
Dia 8 (segunda)6 de julhoOitavas de final
Dia 9 (terça)7 de julhoQuartas de final
Dia 10 (quarta)8 de julhoQuartas de final
Dia 11 (quinta)9 de julhoSemifinais femininas
Dia 12 (sexta)10 de julhoSemifinais masculinas
Dia 13 (sábado)11 de julhoFinal feminina + final de duplas masculinas
Dia 14 (domingo)12 de julhoFinal masculina + final de duplas mistas

A Middle Sunday — em 2026, no dia 5 de julho — passou a ter jogos permanentemente desde 2022, quando o All England Club encerrou a tradição centenária do “dia de descanso”. A decisão foi resposta direta à demanda por mais conteúdo televisivo e à racionalização do calendário de Grand Slams.

A Quadra Central (Centre Court) e a Quadra 1 (Court One) recebem a maioria dos confrontos principais, com programação cuidadosamente montada para equilibrar jogadores top, narrativas de torcida e horários de prime time britânico.


Premiação recorde de £55 milhões

Wimbledon 2026 anunciou um valor total de £55 milhões em premiação — recorde absoluto na história do torneio e do tênis mundial. A cifra representa um aumento de 15% sobre a edição de 2025 e supera as bolsas pagas tanto pelo US Open quanto pelo Australian Open na temporada anterior.

A decisão veio em resposta direta a uma carta pública enviada por jogadores do circuito (incluindo nomes como Novak Djokovic, Sinner e Alcaraz) cobrando maior distribuição de receita pelos Grand Slams. O All England Club optou por um aumento robusto em todas as fases da chave, com ênfase especial nas rodadas iniciais — onde a renda dos jogadores é mais sensível.

Distribuição de premiação por fase (simples)

FasePremiação por jogador
Campeão£3.500.000
Vice-campeão£1.800.000
Semifinalistas£1.000.000
Quartas de final£550.000
Oitavas de final£305.000
Terceira rodada£180.000
Segunda rodada£110.000
Primeira rodada£65.000

(Valores são uma referência baseada na distribuição percentual histórica do torneio. As cifras oficiais finais por fase são divulgadas pelo All England Club nos dias que antecedem o torneio.)

Para o simples masculino e feminino combinados, Wimbledon paga premiações idênticas desde 2007, política mantida em 2026.


Os campeões de 2025 que defendem o título

A edição de 2025 entregou dois finais simbólicas — uma de revanche, outra de domínio histórico — que moldam a narrativa de defesa em 2026.

Sinner: a vingança italiana

Jannik Sinner, então com 23 anos, conquistou seu primeiro título de Wimbledon ao vencer Carlos Alcaraz por 4-6, 6-4, 6-4, 6-4 — uma vingança direta da derrota sofrida poucas semanas antes na final de Roland Garros. O título o tornou o primeiro tenista italiano a vencer o simples masculino em Wimbledon em 148 anos de história do torneio, e foi seu quarto Grand Slam na carreira.

Sinner entrou em 2026 como ATP nº 1 e estendeu a vantagem para mais de 2.000 pontos sobre o segundo colocado após vencer o Masters 1000 de Roma em maio — completando o Career Golden Masters (todos os nove Masters 1000 da história moderna), feito até então alcançado apenas por Novak Djokovic.

Świątek: a final perfeita

No feminino, Iga Świątek dominou a americana Amanda Anisimova por 6-0, 6-0 em uma final histórica. Foi o sexto Grand Slam da polonesa e, mais notável, a tornou apenas a segunda mulher a vencer uma final de Grand Slam sem perder um único game — o último caso havia sido o de Steffi Graf em Roland Garros 1988.

Świątek, que sempre teve a grama como sua superfície menos confortável, mostrou em 2025 que havia resolvido o quebra-cabeça técnico do slice e do saque-voleio. Em 2026, ela chega a Wimbledon como ATP nº 3 (atrás de Sabalenka e Rybakina), em um cenário em que o ranking não captura plenamente o favoritismo na grama.


Favoritos do masculino: o vácuo deixado por Alcaraz

A grande história do masculino em 2026 é a ausência de Carlos Alcaraz. O espanhol, bicampeão em 2023 e 2024 e finalista em 2025, anunciou em 19 de maio de 2026 que não jogará Queen’s nem Wimbledon devido a uma inflamação crônica da bainha tendínea no punho direito (tenossinovite), lesão que já o havia tirado do Masters 1000 de Roma e de Roland Garros.

A retirada cria um vácuo histórico: pela primeira vez desde 2022, a chave masculina de Wimbledon não terá um dos dois protagonistas da rivalidade Sinner-Alcaraz. Em prática, isso converte Sinner em favorito disparado ao bicampeonato.

Top candidatos do masculino

JogadorRankingPor que disputa o título
Jannik Sinner (ITA)ATP nº 1Campeão em 2025, em melhor forma da carreira; venceu cinco Masters 1000 em 2026
Novak Djokovic (SRB)ATP nº 5Heptacampeão de Wimbledon (último em 2022), mira o 25º Grand Slam
Alexander Zverev (GER)ATP nº 3Tem chegado a finais de Slam; nunca venceu na grama
Daniil Medvedev (RUS)ATP nº 7Estilo de baseline funciona bem na grama atual, mais lenta
Taylor Fritz (USA)ATP nº 9Vice-campeão do US Open 2024, conforto crescente em grama
Holger Rune (DEN)ATP nº 11Ascensão recente; reage bem a campos rápidos

A análise circulava em 2025 era que Wimbledon estava se “ralentecendo” — graças à mistura específica de grama e ao uso intensivo das quadras —, o que favorece jogadores de fundo de quadra com saque consistente. Esse perfil descreve Sinner. Em condições de baseline pura, Alcaraz seria seu único par; sem o espanhol, o italiano se torna o referência matemática quase compulsória.

A grande dúvida é Djokovic. Em 2025, o sérvio perdeu na semifinal e admitiu que seu corpo “começa a dar sinais”. Aos 39 anos em 2026, ele segue construindo a preparação em torno dos Grand Slams. Wimbledon, onde tem sete títulos e domínio histórico, é provavelmente seu melhor cenário para um 25º Grand Slam.


Favoritas do feminino: Sabalenka, Świątek e a nova geração

No feminino, o cenário é o oposto do masculino: não há um único favorito disparado, mas um pelotão de cinco a sete candidatas reais, com momentos de forma alternados.

Top 10 do WTA em maio de 2026

PosiçãoJogadoraPaís
1Aryna SabalenkaBLR
2Elena RybakinaKAZ
3Iga ŚwiątekPOL
4Coco GauffUSA
5Jessica PegulaUSA
6Amanda AnisimovaUSA
7Mirra AndreevaRUS
8Jasmine PaoliniITA
9Victoria MbokoCAN
10Elina SvitolinaUKR

Análise das principais candidatas

Aryna Sabalenka, líder do ranking, ainda persegue o título de Wimbledon — chegou a três semifinais, mas nunca a uma final. Seu saque potente e a agressividade no ataque deveriam funcionar perfeitamente na grama, mas o controle emocional em momentos decisivos ainda é o limitador.

Elena Rybakina é estatisticamente a maior ameaça: campeã em 2022, tem o melhor saque do circuito feminino e perfil técnico desenhado para a superfície. O retorno consistente à elite após a transição administrativa de 2024 a coloca como segunda força no torneio.

Iga Świątek defende o título e parte como favorita pelo recorte histórico, mas o ranking nº 3 reflete uma temporada de 2026 menos dominante. Se ela repetir o ajuste técnico que mostrou em 2025, será imbatível.

Coco Gauff segue na busca pelo segundo Grand Slam após o US Open 2023. Seu jogo defensivo e o saque potente são compatíveis com a grama, mas ela tem dito em entrevistas que ainda “lê” mal a superfície em momentos críticos.

Amanda Anisimova carrega o trauma da final 6-0, 6-0 contra Świątek em 2025 — mas também a maturidade que vem de sobreviver a uma derrota dessas. Está em ascensão consistente e é figura de pódio possível.

Mirra Andreeva, 19 anos, é a aposta para 2026 como a próxima campeã de Wimbledon. A russa tem variação técnica, leitura tática refinada e o tipo de calma que costuma vencer no All England Club.


Brasileiros em Wimbledon 2026: João Fonseca e Beatriz Haddad Maia

O Brasil entra em Wimbledon 2026 com dois nomes principais na chave de simples: João Fonseca, no masculino, e Beatriz Haddad Maia, no feminino.

João Fonseca: estreia como cabeça de chave

João Fonseca tem 19 anos e ocupa a 30ª posição do ranking ATP em maio de 2026 — após ter sido superado, pela primeira vez na carreira, pelo espanhol Rafael Jodar, que assumiu o 29º lugar. Será sua segunda participação em Wimbledon, mas a primeira como cabeça de chave, o que o coloca a salvo de adversários top na rodada inicial.

Fonseca tem mostrado conforto em superfícies rápidas, e seu jogo de fundo de quadra com pesado forehand descreve um perfil que historicamente performa bem na grama atual de Wimbledon, mais lenta que a dos anos 1990 e 2000. O grande desafio é a leitura tática nas primeiras rodadas — território onde o jovem brasileiro ainda oscila.

Para o público brasileiro, Fonseca representa a renovação geracional após Gustavo Kuerten. Em Wimbledon, ele nunca passou da segunda rodada (eliminado na estreia em 2025), e qualquer campanha que chegue às oitavas seria um marco histórico.

Beatriz Haddad Maia: reconstrução após queda

Bia Haddad Maia, ex-top 10 mundial em 2023, viveu uma temporada difícil em 2025 com problemas físicos e queda no ranking. Em janeiro de 2026, aparecia na 59ª posição do WTA, mas o circuito de saibro europeu — onde a brasileira tradicionalmente joga melhor — ajudou na recuperação parcial até maio.

Em Wimbledon, Haddad Maia chegou às quartas de final em 2023 (sua melhor campanha em Grand Slam até hoje). Ela depende do slice esquerdo na grama, e a temporada curta de aquecimento (uma a duas semanas em Eastbourne ou Berlim) é decisiva para reencontrar o ritmo.

Outros brasileiros

Além dos dois principais, o Brasil deve ter presença nas chaves qualificatórias (Wimbledon começa o qualifying na semana anterior, fora do complexo principal, em Roehampton) com nomes como Laura Pigossi, Gustavo Heide e Thiago Wild. Em duplas, Marcelo Melo e Rafael Matos são candidatos a quadros principais.


Novidades regulamentares: Video Review estreia no torneio

Wimbledon 2026 marca a estreia da tecnologia de Video Review no torneio — pela primeira vez em 148 anos de história. A novidade segue a transição do ano anterior, quando o All England Club aposentou os juízes de linha humanos e adotou exclusivamente o sistema de chamada eletrônica (Electronic Line Calling).

Como funciona o Video Review

A partir de 2026, jogadores poderão solicitar revisão em vídeo de decisões específicas tomadas pelo árbitro de cadeira (o “umpire”, profissional que comanda a partida). As decisões revisáveis são:

  • Not-up: quando a bola quica duas vezes do mesmo lado antes do golpe;
  • Foul shot: tipo de erro técnico no golpe (bola tocada duas vezes, alcance além da rede etc.);
  • Touch: bola que toca o jogador ou seu equipamento de forma involuntária.

A revisão não se aplica ao Electronic Line Calling — a precisão do sistema de chamada de linha eletrônica não pode ser contestada. Apenas decisões pessoais do árbitro entram no escopo.

Os jogadores não têm limite de revisões durante a partida — diferentemente do Hawk-Eye Live em alguns outros torneios, onde havia limite de challenges por set.

Quadras equipadas

Seis quadras terão o sistema completo: a Quadra Central e a Quadra 1 terão Video Review durante toda a duração do torneio; as outras quatro quadras de exibição (Courts 2, 3, 12 e 18) terão a tecnologia disponível quando hospedarem partidas de simples.

Em todas as demais quadras, scoreboards mostrarão indicadores visuais de chamadas “out” e “fault” geradas pelo Electronic Line Calling, padronizando a experiência visual em todos os jogos — incluindo a fase qualificatória.


Aquecimento: o que Queen’s e Halle revelam sobre o saibro→grama

O ciclo de Wimbledon começa nos torneios de aquecimento na grama, na semana que segue o término de Roland Garros. Em 2026, com Roland Garros entre 24 de maio e 7 de junho, os torneios de transição acontecem entre 8 e 21 de junho.

Os dois principais

  • HSBC Championships (Queen’s Club, Londres) — ATP 500, de 8 a 14 de junho de 2026. É o aquecimento histórico para Wimbledon, e seu campeão tem nos últimos anos chegado consistentemente à segunda semana do Slam.
  • Halle Open (Alemanha) — ATP 500, jogado simultaneamente entre 8 e 14 de junho. Disputado em uma das superfícies mais rápidas do calendário, atrai jogadores que preferem jogo direto e ofensivo.

No feminino, os principais aquecimentos são Berlim (Ecotrans Ladies Open) e Eastbourne (Rothesay International), ambos na semana de 22 a 28 de junho — diretamente colados ao início de Wimbledon.

O que olhar nos aquecimentos de 2026

Com Alcaraz fora de toda a temporada de grama, Queen’s perde seu maior atrativo. Sinner deve participar de Halle, onde joga há anos. Djokovic costuma evitar aquecimentos longos e chega direto a Wimbledon — em 2026, há expectativa de que ele jogue apenas uma exibição em Mallorca. No feminino, Świątek tem confirmado presença em Bad Homburg.

A leitura competitiva é: quem performar bem em Queen’s ou Halle em 2026 ganha favoritismo extra justamente porque os principais favoritos teóricos (Sinner, Djokovic) raramente chegam com ritmo máximo de jogo.


Perguntas frequentes sobre Wimbledon 2026

Quando começa Wimbledon 2026?

Wimbledon 2026 começa na segunda-feira, 29 de junho de 2026, com as partidas da primeira rodada do simples masculino e feminino. O torneio termina no domingo, 12 de julho, com a final masculina na Quadra Central. A programação cobre todos os 14 dias, incluindo a Middle Sunday (5 de julho), que desde 2022 deixou de ser dia de descanso.

Onde assistir Wimbledon 2026 no Brasil?

No Brasil, Wimbledon 2026 será transmitido com exclusividade pelo Disney+ no plano Premium, que inclui os canais ESPN. Os jogos começam diariamente a partir das 7h (horário de Brasília). O plano Premium custa R$ 66,90 ao mês ou R$ 561,90 no plano anual. O plano Standard, sem os canais ESPN, não dá acesso ao torneio.

Qual é a premiação total de Wimbledon 2026?

Wimbledon 2026 tem uma premiação total recorde de £55 milhões — aumento de 15% sobre 2025 e a maior bolsa da história do tênis profissional. Os campeões do simples masculino e feminino recebem £3,5 milhões cada. Jogadores eliminados na primeira rodada recebem £65 mil. A premiação é igual entre homens e mulheres desde 2007.

Quem ganhou Wimbledon em 2025?

No masculino, Jannik Sinner venceu sua primeira final em Wimbledon, derrotando Carlos Alcaraz por 4-6, 6-4, 6-4, 6-4. Foi o primeiro italiano campeão do simples masculino no torneio. No feminino, Iga Świątek venceu Amanda Anisimova por 6-0, 6-0, tornando-se a segunda mulher na história a vencer uma final de Grand Slam sem perder um game (a primeira foi Steffi Graf em Roland Garros 1988).

Carlos Alcaraz vai jogar Wimbledon 2026?

Não. Carlos Alcaraz, campeão de Wimbledon em 2023 e 2024 e vice-campeão em 2025, confirmou em 19 de maio de 2026 que não jogará Wimbledon 2026 devido a uma inflamação na bainha tendínea do punho direito (tenossinovite). A mesma lesão já o havia afastado do Masters 1000 de Roma e de Roland Garros. O espanhol também não disputará o torneio do Queen’s Club, perdendo toda a temporada de grama.

Quais brasileiros vão disputar Wimbledon 2026?

Os dois principais brasileiros confirmados na chave principal são João Fonseca (ATP nº 30, 19 anos), em sua primeira participação como cabeça de chave, e Beatriz Haddad Maia, em recuperação no ranking WTA após temporada difícil em 2025. Outros brasileiros podem entrar via chaves qualificatórias (Roehampton), incluindo nomes como Laura Pigossi, Gustavo Heide e Thiago Wild. Em duplas, Marcelo Melo e Rafael Matos costumam ser presença confirmada.

O que muda em Wimbledon 2026 em relação ao regulamento?

A principal mudança é a estreia da tecnologia de Video Review, que permite aos jogadores solicitar revisão em vídeo de decisões pessoais do árbitro de cadeira (“not-up”, “foul shot”, “touch”). Não há limite de revisões por partida. A precisão do Electronic Line Calling (chamada eletrônica de linha, adotada em 2025) não pode ser revisada. Seis quadras estão equipadas com a tecnologia: Centre Court e Court One durante todo o torneio, e mais quatro quadras durante jogos de simples.

Quem é favorito ao título masculino em Wimbledon 2026?

Com a ausência de Carlos Alcaraz, o favorito disparado é Jannik Sinner, atual número 1 do mundo, campeão de Wimbledon 2025 e vencedor de cinco Masters 1000 em 2026. O grande candidato a ameaçar é Novak Djokovic, heptacampeão do torneio, que persegue o 25º título de Grand Slam. Alexander Zverev, Daniil Medvedev e Holger Rune completam o grupo de candidatos secundários. No feminino, não há um único favorito disparado: Sabalenka, Rybakina, Świątek e Andreeva são os nomes mais citados.


Conclusão: o que esperar do Wimbledon 2026

Wimbledon 2026 chega com três narrativas centrais: a defesa do título de Sinner em um cenário sem Alcaraz, o ineditismo do Video Review e a aposta brasileira em João Fonseca como cabeça de chave pela primeira vez no torneio. A premiação recorde de £55 milhões adiciona peso simbólico — Wimbledon assume formalmente a liderança financeira do tênis, em um momento em que jogadores cobram redistribuição de receita.

Para o público brasileiro, a recomendação prática é dupla: garantir o plano Premium do Disney+ antes do dia 29 de junho e marcar no calendário a programação dos brasileiros — provavelmente nas primeiras quatro rodadas, com os jogos de Fonseca e Haddad Maia em horários compatíveis com o fim de manhã / início de tarde no Brasil.

E, claro, acompanhar a forma de Sinner em Halle e o nível físico de Djokovic nas semanas anteriores. A pergunta central de 2026 é: o italiano consegue defender o título sem ter Alcaraz como adversário-marca? E o sérvio consegue chegar ao 25º Grand Slam?

A resposta começa em 29 de junho.


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