SOMMA Challenge 2026: a competição que aproxima universitários de Florianópolis do mercado financeiro
Se você estuda na Grande Florianópolis e já se pegou pensando em como sair da teoria da sala de aula e colocar a mão em uma análise de verdade, o SOMMA Challenge 2026 foi feito para esse momento. É uma competição universitária, gratuita, em que equipes de estudantes constroem uma tese de investimento completa sobre uma empresa de capital aberto, do cenário macroeconômico até o valuation, com acompanhamento de quem faz isso todo dia. A realização é da SOMMA Investimentos, gestora com 23 anos de atuação sediada em Florianópolis, em parceria com o Clube de Finanças UDESC & UFSC.
As inscrições vão de 17 a 30 de agosto de 2026 e são feitas por um formulário online. Antes de decidir, vale entender o que está em jogo, como cada etapa funciona e por que essa experiência costuma valer mais do que a premiação em dinheiro.
O que é o SOMMA Challenge
O SOMMA Challenge é um desafio universitário em que cada equipe escolhe uma empresa de capital aberto e desenvolve uma tese de investimento do começo ao fim: analisa o setor, entende os fundamentos do negócio, projeta resultados e chega a um valuation. No lugar de uma prova ou de um trabalho abstrato, o participante entrega o mesmo tipo de material que um analista produz para embasar uma decisão de alocação.
A proposta parte de uma lacuna que quase todo estudante de finanças, economia, administração, contábeis ou engenharia conhece: a graduação ensina os conceitos, mas raramente coloca o aluno diante de uma decisão real de investimento, com dados incompletos, prazo curto e a necessidade de defender a própria conclusão. O Challenge fecha essa distância em 15 semanas.
A edição 2026 é realizada pela SOMMA Investimentos, gestora catarinense com 23 anos de mercado, ao lado do Clube de Finanças UDESC & UFSC, que reúne alguns dos estudantes mais engajados em finanças das duas universidades.
Para quem é o desafio
O Challenge é desenhado para estudantes de graduação da Grande Florianópolis que querem experimentar o mercado financeiro na prática antes de escolher para onde levar a carreira. Não é preciso ser um especialista em valuation para começar. É preciso ter disposição para aprender rápido, trabalhar em equipe e defender uma ideia com dados.
A participação é em grupos de 2 a 3 integrantes. Essa configuração tem um motivo: análise de investimento raramente é trabalho solitário. Dividir a leitura do setor, o modelo e a construção do argumento aproxima a experiência da rotina real de uma mesa de análise, e ainda ajuda quem está começando a aprender com os colegas mais adiantados.
Se você monta uma equipe com pessoas de cursos diferentes, melhor ainda. Uma boa tese costuma combinar quem lê balanço, quem entende o setor e quem sabe contar a história por trás dos números.
Como funciona: as quatro etapas
O desafio acontece em quatro fases ao longo de 15 semanas, começando totalmente online e terminando presencialmente na SOMMA. Cada etapa filtra e prepara a equipe para a seguinte.
| Etapa | Prazo | O que a equipe entrega |
|---|---|---|
| 1. Inscrição | 17 a 30 de agosto | Cadastro da equipe pelo formulário |
| 2. Análise setorial | até 13 de setembro | Relatório de até 10 páginas sobre o setor escolhido |
| 3. Empresa e valuation | até 4 de outubro | Apresentação de até 12 slides com a tese e o valuation |
| 4. Pitch final | 31 de outubro a 29 de novembro | Defesa presencial na sede da SOMMA |
Na análise setorial, a equipe mostra que entende o campo de jogo: dinâmica competitiva, drivers de receita, riscos e o momento do setor. É a base que sustenta qualquer recomendação depois.
Na etapa de empresa e valuation, o trabalho ganha corpo. A equipe escolhe a companhia, projeta seus resultados e chega a um preço-alvo, tudo condensado em uma apresentação enxuta. Aprender a caber uma tese completa em até 12 slides já é, por si só, uma habilidade rara.
O pitch final é o momento em que os números encontram a plateia. As equipes selecionadas apresentam presencialmente na SOMMA e respondem a perguntas de quem vive o mercado. É aqui que a preparação das semanas anteriores é testada de verdade.
O que você leva além do prêmio
O dinheiro é um bom incentivo, mas não é o que faz o Challenge valer a pena. O que fica é a experiência de ter construído, defendido e recebido crítica sobre uma tese de investimento real.
Ao longo do processo, o participante desenvolve um repertório concreto: ler um setor com olhar crítico, montar um modelo de valuation, sintetizar uma recomendação em poucos slides e defender a própria análise sob perguntas. São exatamente as competências que um processo seletivo de gestora, banco ou casa de análise procura, e que dificilmente se treinam apenas assistindo aula.
Há também o valor de estar perto de quem decide. Apresentar na sede de uma gestora com mais de duas décadas de estrada coloca o estudante em contato direto com profissionais do setor, algo que abre portas e ajuda a entender, na prática, o que separa uma boa análise de uma análise mediana. Para quem pretende trilhar carreira no mercado financeiro em Santa Catarina, é uma porta de entrada difícil de conseguir por conta própria.
E, claro, o material produzido vira portfólio. Uma tese bem construída no Challenge é algo palpável para mostrar em entrevistas, muito mais convincente do que uma linha no currículo.
Premiação
As equipes de melhor desempenho são reconhecidas com prêmios em dinheiro, troféus e experiências.
| Colocação | O que a equipe recebe |
|---|---|
| 1º lugar | R$ 3.000, troféu, certificado e visita técnica |
| 2º lugar | R$ 1.500, troféu, certificado e destaque nas redes |
| 3º lugar | Kits exclusivos e certificado |
| Finalistas | Certificado de finalista |
Vale registrar: todas as equipes que chegam à etapa final saem com certificado, o que dá lastro para o currículo mesmo para quem não subir ao pódio.
Como se inscrever
As inscrições ficam abertas de 17 a 30 de agosto de 2026 e são feitas pelo formulário oficial do desafio. O passo a passo é direto:
- Monte sua equipe com 2 ou 3 integrantes que estudem na Grande Florianópolis.
- Leia o edital oficial para conhecer as regras completas de cada etapa.
- Preencha o formulário de inscrição dentro do prazo.
Depois disso, é acompanhar os prazos de entrega de cada fase. Como o cronograma é apertado, começar a se organizar antes mesmo do resultado das inscrições é uma vantagem: quanto antes a equipe alinhar quem cuida de quê, mais folga para caprichar na análise setorial.
O atendimento para dúvidas funciona de segunda a sexta, das 9h às 18h (horário de Brasília).
Perguntas frequentes
Precisa pagar para participar do SOMMA Challenge? Não. A participação é totalmente gratuita, do cadastro ao pitch final. O único investimento exigido é o tempo dedicado às entregas ao longo das 15 semanas.
Preciso já saber fazer valuation para me inscrever? Não é pré-requisito dominar valuation antes de começar. O desafio é estruturado em etapas justamente para que a equipe evolua ao longo do caminho, saindo da análise do setor para a modelagem da empresa. O que conta é a disposição para aprender e a consistência das entregas.
Quem pode formar uma equipe? Estudantes de graduação da Grande Florianópolis, em grupos de 2 a 3 pessoas. Equipes com integrantes de cursos diferentes, como economia, administração, contábeis e engenharia, tendem a montar teses mais completas.
O desafio é online ou presencial? Os dois. As etapas de inscrição, análise setorial e valuation acontecem online. Só o pitch final é presencial, na sede da SOMMA Investimentos, em Florianópolis.
Quanto tempo dura a competição? São 15 semanas no total, começando com as inscrições em 17 de agosto e terminando com o pitch final, que ocorre entre 31 de outubro e 29 de novembro de 2026.
Garanta sua vaga
As inscrições do SOMMA Challenge 2026 vão até 30 de agosto e as vagas são limitadas pela janela do cronograma. Se você quer transformar o que aprende na graduação em uma experiência real de análise, junte sua equipe, leia o edital e faça a inscrição pelo formulário oficial. É a chance de construir uma tese de investimento de verdade, com a estrutura e o acompanhamento de uma gestora com 23 anos de mercado.






