Ir para o conteúdo
SOMMA Investimentos
  • HOME
  • SOBRE NÓS
  • SOLUÇÕES
    • PORTFOLIO SOLUTIONS
    • NOSSOS FUNDOS
    • MULTI FAMILY OFFICE
    • GESTÃO PATRIMONIAL DE ATLETAS
    • ESTRUTURADOS
  • TECNOLOGIA
  • ESG
  • CONTEÚDO
    • BLOG
    • CARTA DO GESTOR
    • CENÁRIO ECONÔMICO
    • CADASTRO
  • ÁREA DO CLIENTE
  • HOME
  • SOBRE NÓS
  • SOLUÇÕES
    • PORTFOLIO SOLUTIONS
    • NOSSOS FUNDOS
    • MULTI FAMILY OFFICE
    • GESTÃO PATRIMONIAL DE ATLETAS
    • ESTRUTURADOS
  • TECNOLOGIA
  • ESG
  • CONTEÚDO
    • BLOG
    • CARTA DO GESTOR
    • CENÁRIO ECONÔMICO
    • CADASTRO
  • ÁREA DO CLIENTE

“Jogamos como nunca, perdemos como sempre”: apesar de indicadores econômicos favoráveis, Oriente Médio e novo tarifaço de Trump punem mercados brasileiros

  • Início
  • Blog
Cenario Economico

"Jogamos como nunca, perdemos como sempre": apesar de indicadores econômicos favoráveis, Oriente Médio e novo tarifaço de Trump punem mercados brasileiros

13 a 17 de julho de 2026
Por César Garritano, Economista-chefe da SOMMA Investimentos

Destaques da Semana

  • A semana foi de dificuldades para os mercados domésticos, em especial para a renda variável e para a curva de juros nominal;
  • Apesar dos indicadores da economia dos EUA e do Brasil oferecerem algum conforto de curto prazo para as estratégias ora colocadas em prática pelo FOMC e pelo Copom, outros fatores demonstram capacidade para atuarem como desagradáveis contrapontos;
  • Em especial, menciona-se a confirmação de uma nova rodada de tarifação dos EUA contra o Brasil;
  • No momento de divulgação deste relatório, o Ibovespa caía 2,6% na comparação com a semana passada, retornando para a faixa dos 173 mil pontos; a curva de juros abria 35 bps nos vencimentos intermediários; e o Real oscilava em torno da estabilidade diante do dólar.

banner_institucional

Cenário Internacional

O cenário internacional contemplou diversas informações relevantes do campo macroeconômico, em especial dos EUA e da China.

Nos EUA, o compilado do noticiário contribuiu para o arrefecimento das apostas de elevação da taxa de juros pelo Fed, ao menos no curtíssimo prazo.

Pelo lado inflacionário, dois indicadores foram divulgados: o índice de preços ao consumidor (CPI) e o índice de preços ao produtor (PPI), ambos com divulgações referentes ao mês de junho. Nossa avaliação, através da análise conjunta desses dois índices e do entendimento da conjuntura, é a de que o pico inflacionário recente deve ter ocorrido em maio.

O CPI saiu de alta de 0,47% M/M em maio para deflação de 0,42% M/M em junho, queda muito mais pronunciada diante das expectativas (-0,1%). Esse relevante recuo não se limitou a um ou a poucos itens específicos. Em outras palavras, houve importante espalhamento de deflações ou de desacelerações dos itens que compõem o CPI. Assim, as medidas de núcleo de inflação tiveram desempenho favorável, a exemplo do core goods (de -0,1% para -0,1%, expectativa: 0,0%), do core services (de +0,3% para 0,0%, expectativa: +0,3%) e do supercore (de +0,3% para -0,2%, expectativa: +0,4%).

Já o PPI passou de aumento de +0,62% M/M para deflação de -0,28%, também abaixo do que era esperado (0,0%). O núcleo do PPI, que exclui alimentos, energia e comércio internacional registrou forte perda de força de alta, de +0,8% para +0,1%.

Cenario 13 a 17 Figura 1

Além dessas duas divulgações referentes à dinâmica inflacionária, destaque para as inúmeras declarações dos diretores do Fed. Embora essas falas não tenham apresentado um direcionamento único, ou seja, pudemos acompanhar abordagens hawkish misturadas com posicionamentos dovish, inequivocamente o grande destaque foi o depoimento de Kevin Warsh no Congresso Nacional dos EUA. Em linhas gerais, o novo presidente do Fed tentou não promover alterações dignas de nota comparativamente ao que já conhecido pelos investidores em documentos oficiais escritos entre junho e começo de julho. Porém, quando confrontado por um senador sobre os efeitos do avanço tecnológico sobre o custo de vida da população, Warsh reconheceu que o tema é controverso – inclusive dentro do board do FOMC –, mas sinalizou ceticismo quanto a virtuais efeitos altistas para a inflação.

A combinação das leituras de inflação e do discurso de Warsh praticamente apagou as apostas, contidas na curva de juros e nos mercados derivativos, de que o Fed promoverá aumento da taxa de juros em sua reunião de julho. Ainda assim, mediante a continuidade do cenário adverso no Oriente Médio, ao fortalecimento das condições de emprego e ao posicionamento duro de muitos membros do Banco Central dos EUA, o mercado ainda segue projetando ao menos um hike nas fed funds rate neste ano. Do nosso lado, a visão é a de que o Fed não promoverá qualquer ajuste monetário ao longo de 2026 e 2027.

Na China, os pesos-pesados PIB, produção industrial e vendas no varejo foram divulgados. Embora o PIB do 2T26 tenha desacelerado de maneira mais intensa do que o esperado, os dados da indústria e do varejo, mais atuais por serem de junho, superaram as expectativas. Desse modo, apesar de acreditarmos na hipótese de um anúncio de medidas de apoio econômico pelas lideranças da China em algum momento do segundo semestre de 2026, os dados do mês de junho retiraram a urgência, ao menos no curto prazo, de eventual decisão nesse sentido.

O PIB desacelerou de +5,0% A/A no 1T26 para +4,3% A/A no 2T26, abaixo do esperado (+4,5%). Com isso, após a resiliência da atividade econômica nos primeiros meses do ano, o último trimestre se mostrou mais desafiador, em meio ao contexto geopolítico mais turbulento e ao consumo interno fraco do país. A produção industrial, por sua vez, acelerou de +4,5% A/A em maio para +5,3% A/A em junho, ao passo que as vendas no varejo, no mesmo recorte temporal, saíram da contração de 0,1% A/A para uma alta de +1,0% A/A. As expectativas eram de aumento de 4,6% e de recuo de 0,1%, respectivamente.

Cenario 13 a 17 Figura 2

 

Cenário Doméstico

No contexto brasileiro, a agenda econômica mostrou-se bastante agitada, especialmente através dos resultados de indicadores que medem a atividade econômica: Pesquisa Mensal de Serviços (PMS, IBGE), Pesquisa Mensal do Comércio (PMC, IBGE) e IBC-Br (BCB), todos com dados de maio.

A despeito de a leitura agregada desses indicadores ter mostrado perda de força mais intensa da atividade econômica no quinto mês do ano, sugerindo que, de fato, a economia está em processo de desaceleração no 2T26 e que o Copom terá motivação adicional para seguir calibrando a Selic, a imposição de novas tarifas pelos EUA contra o Brasil atuou como importante limitador para o desempenho dos mercados domésticos, em especial para a renda variável.

O novo tarifaço, além de aumentar o grau de incerteza e de desconfiança entre os países, na prática poderá ser usado, mais uma vez, como ferramenta política por parte do presidente Lula em sua tentativa de reeleição.

A PMS mostrou que o volume de serviços prestados recuou 0,4% M/M, resultado abaixo da expectativa de mercado (-0,1%). A média móvel trimestral (MM3) tem mostrado que a atividade de serviços apresenta estabilidade desde o encerramento do ano passado, havendo, inclusive, leve viés de queda para o setor. Em tal métrica, mencionam-se os recuos dos outros serviços (-0,6%) e dos Transportes, Serviços Auxiliares aos Transportes e Correio (-0,6%). No acumulado em doze meses, a PMS desacelerou de +2,9% em abril para +2,6% em maio, sendo essa a taxa mais baixa desde setembro de 2024 (+2,3%).

A PMC revelou queda de 0,2% M/M das vendas no varejo no conceito ampliado, contrariando de forma ampla o consenso do mercado financeiro, que era de alta de 0,8%. Esse resultado torna-se mais negativo a partir do momento em que o indicador havia apresentado contração nos meses de março (-0,1%) e de abril (-0,7%). A MM3 da PMC ampliada, ao recuar 0,3%, voltou para o terreno de queda pela primeira vez desde agosto do ano passado.

Cenario 13 a 17 Figura 3

O IBC-Br desacelerou de +0,40% M/M para +0,07% M/M, na passagem de abril para maio, numa leitura pouco acima das expectativas (-0,1%). Na comparação em 12 meses, o índice seguiu em processo de desaceleração, atingindo alta de 1,35% – a mais baixa desde maio de 2021 (+1,09%).

Sobre a SOMMA Multi-Family Office

Com mais de R$ 18 bilhões sob gestão e mais de duas décadas de atuação, a SOMMA Multi-Family Office está entre os maiores Multi-Family Offices da região Sul do país. Foi uma das pioneiras desta solução no Brasil e ganhou autoridade no atendimento de atletas premiados internacionalmente, empresários com expressivo patrimônio acumulado e famílias investidoras em geral. Com uma atuação baseada em uma gestão integrada do patrimônio, uma única estrutura coordena empresas, investimentos, imóveis, liquidez, riscos e sucessão, com foco na preservação e na perpetuidade patrimonial.

Compartilhe nas mídias

WhatsApp
LinkedIn
Facebook
Twitter
Categorias
  • Cenário Econômico SOMMA
  • Curiosidade
  • Economia
  • ESG
  • Esportes
  • Family-Office
  • Fundos de Investimentos
  • Insights
  • Investimentos
  • Investimentos imobiliários
  • Legislação e Investimentos
  • Multi-Family Office
  • Política
  • Renda Fixa
  • Tênis
  • Uncategorized
Cenario Economico

“Jogamos como nunca, perdemos como sempre”: apesar de indicadores econômicos favoráveis, Oriente Médio e novo tarifaço de Trump punem mercados brasileiros

FIDC Transportadora

Como estruturar um FIDC Proprietário: guia para empresas

Cenario Economico

“There is always hope”: IPCA benigno reacende as chances de continuidade do ciclo de cortes de juros no Brasil

relogio

Mercado de relógios de luxo em 2026: recordes no topo, indústria em queda

EUA

250 anos dos EUA: por que a maior bolsa do mundo segue no radar do investidor brasileiro (e como investir em dólar em 2026)

Torne-se cliente SOMMA e conquiste resultados além das expectativas.

TRABALHE CONOSCO
POLÍTICA DE PRIVACIDADE
COMPLIANCE
SOMMA Investimentos

Conheça nossas redes sociais

Instagram Linkedin Facebook Youtube
  • Florianópolis - SC
  • Rua Nirberto Haase, 100
  • 1º andar - Santa Mônica​
  • Cep: 88035-215​
  • +55 48 3037-1004
  • +55 48 99911-2229
  • São Paulo - SP
  • Av. Pres. Juscelino Kubitschek, 28
  • 3º Andar - Vila Nova Conceição​
  • Cep: 04543-000
  • +55 11 5200-0410
  • Chapecó - SC
  • Av. Fernando Machado, 141-E
  • 2º Andar - Sala 203 - Centro
  • CEP: 89814-470
  • +55 49 3304-4872
  • Jaraguá do Sul - SC
  • R. João Planincheck, 1990
  • Sala 1303. Ed. Blue Chip
  • Cep: 89253-105
  • +55 48 3037-1004
  • Atendimento

Segunda a Sexta-feira, das 9h às 18h00 (GMT -03 Brasília), exceto feriados.

PRI_Logo_Signatory_RGB_White
Selo Anbima Gestão de Patrimônio
Selo Anbima Gestão de Recursos
Selo Como Investir
Selo Austin
Selo-Moody's

As informações contidas neste site têm caráter meramente informativo e não constituem qualquer tipo de aconselhamento de investimento ou oferta para aquisição de valores mobiliários. Os investimentos em fundo de investimentos e demais valores mobiliários apresentam riscos para o investidor e não contam com garantia da instituição administradora, da gestora, de qualquer mecanismo de seguro ou do Fundo Garantidor de Créditos (FGC). A rentabilidade obtida no passado não representa garantia de rentabilidade futura. A rentabilidade divulgada não é líquida de impostos. É recomendada a leitura cuidadosa do formulário de informações complementares, a lâmina de informações essenciais, se houver, e o regulamento dos fundos pelo investidor antes de tomar qualquer decisão de investimento. Os documentos citados estão disponíveis no site da Comissão de Valores Mobiliários (CVM) –www.cvm.gov.br. As informações contidas nesta página não podem ser copiadas, reproduzidas, publicadas ou distribuídas, parcial ou integralmente, sem o prévio e expresso consentimento da SOMMA Investimentos S.A. (“SOMMA Investimentos”). Para demais informações, por favor, ligue para 48 3037 1004.

SOMMA Investimentos S.A. CNPJ: 05.563.299/0001-06.